Final da Libertadores: os times históricos de River Plate e Boca Juniors

Neste sábado conheceremos o grande campeão da Libertadores 2018. Em uma decisão que está sendo chamada de “Super Final”, River Plate e Boca Juniors escreverão mais um capítulo na grande rivalidade de um dos maiores clássicos do mundo. Na história, em 372 partidas, os Xeneizes levam uma pequena vantagem, são 134 vitórias, 116 empates e 122 vitórias dos Millonarios.

Ao longo de todos esses anos, grandes jogadores estiveram usando as camisas das duas equipes, grandes craques, ídolos do futebol argentino e mundial. Pensando nisso, o jornal espanhol As resolveu montar os 11 históricos de River Plate e Boca Juniors.

River Plate – Comandados por Marcelo Gallardo, o River quer sua quarta Libertadores.

O time histórico dos Millionarios começa com Amadeo Carrizo, um dos grandes goleiro do futebol argentino e que atuou por 23 anos no River.

A defesa possui ídolos do clube, Hernán Díaz, Passarella, Perfumo e Sorin. Os quatro tiveram passagens marcantes pelo clube e ainda disputaram Copas do Mundo pela seleção nacional.

No meio-campo, o time tem dois dos maiores símbolos da história do River. Leonardo Astrada, José Manuel Moreno, Enzo Francescoli e Beto Alonso. Astrada e Francesoli fizeram história no River e colecionaram títulos. Alonso ficou conhecido pelos argentinos como “Pelé Branco” e é um dos grandes jogadores da posição.

No ataque, Ángel Labruna, jogador de Copa do Mundo (1958) foi escalado ao lado de Ariel Ortega, um dos principais atletas da Libertadores de 1996 do clube.

river

Boca Juniors – Schelotto e seus comandados querem a sétima Libertadores.

A escalação do time histórico do Boca começa com “El Loco”, o goleiro Hugo Orlando Gatti, o segundo jogador com mais partidas pelo clube.

O sistema defensivo é composto por ídolos e pelo jogador com mais partidas com a camisa do Boca. Roberto Mouzo foi zagueiro Xeneize em 426 partidas. Ele foi escalado ao lado de Hugo Benjamín Ibarra, Jorge Bermúdez e Silvio Marzolini, este último considerado o maior lateral-esquerdo da história do futebol argentino.

O meio-campo histórico tem ídolos dos anos 60 e ex-jogadores que estiveram presentes em um passado mais recente. Antonio Ubaldo Rattín, que jogou por 14 anos pelo Boca e Rubén José Suñé, bicampeão da Libertadores em 77 e 78. Além dos ídolos mais antigos, Sebastian Battaglia, jogador que mais conquistou títulos vestindo a camisa do Boca e Juan Román Riquelme, um dos jogadores mais decisivos que vestiu a camisa do clube.

No ataque, estilos diferentes, mas ambos ídolos em suas épocas. Martin Palermo, irreverente, mas efetivo e maior artilheiro da história do clube, com 232 gols foi escalado ao lado de Diego Armando Maradona. Maior jogador argentino, torcedor e ídolo do Boca, Maradona é um emblema do clube.

boca

Com empate na partida de ida (2 a 2), o Superclásico está aberto e sem gol qualificado, o duelo terá prorrogação e pênaltis se terminar mais uma vez empatado.

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