Faltando quatro anos para o Mundial, jornal divulga baixos salários para trabalhadores no Catar

Nesta quarta-feira, o Catar comemora exatamente quatro anos para o inicio do Mundial de 2022. Marcada por feitos inéditos, como ser a primeira Copa do Mundo no Oriente Médio e pela primeira vez disputada nos meses de novembro e dezembro, os organizadores comemoraram a data com um vídeo de divulgação. Um país transformado em um canteiro de obras, mas que promete entregar tudo em 2020, dois anos antes do Mundial da Fifa. O primeiro mundial organizada por um paós árabe não está poupando gastos para impressionar e mostrar ao mundo belezas e tecnologia.

Mais denunciam mostram precariedade de trabalho e salário nos estádios

No mesmo dia em que celebra os quatro anos para o Mundial, o Catar precisa conviver com mais uma das muitas críticas feitas as condições de trabalho nas obras dos estádios para Copa. Em reportagem divulgada nesta quarta-feira pelo jornal britânico The Guardian, são mostradas as dificuldades com que muitos trabalhadores passam nas obras para Copa.

Trabalhadores de alguns dos países mais pobres do mundo recebem uma pequena quantia para entregar o sonho de futebol do país mais rico por renda per capita do mundo”, introduz a reportagem do jornal inglês. Ao longo da matéria, o Guardian mostra que algumas das principais reivindicações sobre as condições de trabalho foram resolvidas, mas o principal problemas está no salário pago aos trabalhadores.

O Catar é o país mais rico do mundo, você pode pesquisar no Google. Eles disseram que ganharíamos um ‘salário enorme’. Mas quando chegamos aqui, descobrimos que era o oposto”, é o que diz um trabalhador para a reportagem do jornal britânico.

De acordo com a reportagem, um trabalhador dedica oito horas por dia, seis dias por semana, “isso é 140 libras, um pouco mais de 35 libras por semana e cinco por dia”. O Guardian explica que o governo se comprometeu a introduzir um salário-mínimo, e está pesquisando um número. Enquanto isso, um número temporário foi acordado, mas são apenas 750 riais (a moeda do país) por mês, equivalente a 160 libras, um pouco menos de 40 libras por semana.

Confira a reportagem completa do The Guardian.

 

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