A queda alemã e o renascimento holandês na Liga das Nações

Campeã Mundial em 2014 com um futebol que ficou marcado não só pelo 7 a 1 diante do Brasil, mas que impressionou pela solidez e qualidade de um grupo muito forte em campo. Essa Alemanha parece ter adormecido no tempo e ainda não ter acordado. Primeiro uma eliminação ainda na fase de grupos da Copa da Rússia, sem jogar bem e com momentos de infelicidade coletiva para um time campeão. E agora, um último lugar no Grupo 1 e o rebaixamento na nova competição entre seleções europeias. Tudo isso contempla um 2018 terrível para os alemães.

Enquanto os tetracampeões do mundo lamentam e tentam juntar os cacos, o futebol acompanha o renascimento de outra grande seleção. Fora das duas últimas grandes competições de seleções, a Holanda parecia estar fadada a um ciclo sem brilho. Porém, justamente na Liga das Nações, a Laranja Mecânica mostrou sua força e um futebol muito interessante. E isso ficou comprovado simplesmente diante dos atuais campeões mundiais, a França. Uma vitória com autoridade por 2 a 0, na última sexta-feira, não só comprovou o novo momento dos holandeses, como deixou os franceses em situação complicada na competição e rebaixou os alemães.

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O mais curioso, é que os opostos se enfrentarão na próxima segunda-feira. Alemanha e Holanda jogarão em Gelsenkirchen, em um duelo onde os holandeses podem, com apenas um empate, eliminar a França e avançar as semifinais da competição. A Laranja Mecânica pode ser responsável pela queda de duas campeãs do mundo, em um grupo onde ela era menos favorita.

A ressaca francesa é evidente, depois de um Mundial brilhante na Rússia. Já os alemães vivem um ano muito ruim, onde venceu apenas quatro das 12 partidas disputadas, além das decepções vividas em grandes competições. Na Liga das Nações, os alemães terão que disputar a segunda divisão da competição, deixando os grupos de elite do torneio. Para o técnico Joachim Löw, o resultado foi amargo, mas é preciso aceitar e manter o foco e pensar na Eurocopa de 2020.

Se de um lado, alemães e franceses tentam entender o momento, de outro, os holandeses pensam no futuro, um futuro que tem Ronald Koeman no comando e uma equipe de grande talento e querendo apagar o passado de tropeços e resgatar os bons tempos da Laranja Mecânica.

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