O amor de Tévez pelo Forte Apache e sua relação com o futebol

Com passagens pelo futebol inglês, italiano e brasileiro, o atacante Carlos Tévez tem história no futebol e na vida. Atualmente na sua terceira passagem pelo Boca Juniors, clube que o revelou para o futebol, Tevez concedeu uma entrevista ao jornal Clarin e falou sobre vários assuntos, entre eles sua infância, seus gostos e claro, futebol. Curiosamente, futebol não está entre as preferencias do jogador de duas Copas do Mundo pela Argentina. Perguntado se acompanha futebol, Tévez foi muito sincero sobre sua relação com o esporte que pratica.

Não olho nada de futebol. Eu não gosto de futebol. Se passar por um canal e tiver Barcelona x Real Madrid e em outro canal estiver passando um torneio de golfe, eu assisto golfe. Eu nunca fui fã de assistir jogos. Eu gosto de jogar, ter a bola nos meus pés”, afirmou o jogador.

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Nascido em um bairro pobre de Buenos Aires, Tévez sabe bem o que representa ter saído de lá e ter chegado onde chegou. O Forte Apache, localidade onde o jogador nasceu ainda é tratado como casa para o atacante do Boca.

A realidade é está aqui. No Forte você vê como estão as pessoas. A vida me colocou em um lugar de ídolo e eu não posso estar longe da rua. Mas olhe: eu não venho aqui apenas para mostrar aos meus filhos como o pai deles viveu. Eu venho porque aqui sou feliz, como churrasco, tenho minha família, meus amigos. É o meu lugar no mundo”, diz Tévez ao Clarín.

Ao falar de uma realidade dura, Tévez comentou sobre a atual situação de seu país. Admitindo não gostar de política, o atacante argentino disse: “Podemos passar um dia inteiro conversando sobre política e não concordaremos, enquanto houver pessoas famintas. Nós perdemos tempo discutindo e não fazendo nada pelas crianças com fome. Como ídolo não posso ter bandeiras políticas. Eu posso ser amigo de Mauricio (Macri), Cristina (Kirchner), Scioli, qualquer um e não sou de nenhum. Se me chamam para ajudar, eu estou. É o que tenho que fazer e não comentar os problemas do país”, comentou Carlitos.

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Voltando ao assunto futebol, Carlos Tévez falou sobre a disputa entre brasileiros e argentinos pela Libertadores da América. O Boca Junior enfrentará o Palmeiras pelas semifinais, enquanto o rival River Plate tem pela frente o Grêmio.

River é uma grande equipe, mas não posso comentar muito, porque não vejo partidas deles. Mas não posso falar de uma final (diante do arquirrival), pois seria faltar com respeito com o Palmeiras. Para ganhar a semifinal, precisaremos estar 100%”, comentou o jogador do Boca. “Ganhar uma Libertadores pelo clube que ama é a melhor sensação que um jogador pode ter”, completou.

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